O futuro do atendimento já chegou à mesa.

Chegar a um restaurante, sentar-se e fazer o seu pedido via tablet, enviado diretamente para a cozinha, sem precisar de um intermediário. Para muitos clientes, isso já é o padrão esperado.

Para alguns donos e gestores de bares e restaurantes, essa operação pode parecer um investimento distante. Porém, os dados mostram o contrário: a tecnologia já deixou de ser apenas um diferencial e passou a ser uma vantagem competitiva que separa quem cresce de quem fecha as portas.

Um setor em transformação

O food service foi um dos setores que mais precisou se reinventar nos últimos anos. A pandemia e as mudanças no padrão de consumo das pessoas aceleraram a digitalização do negócio.

Quem investiu em tecnologia naquele período saiu na frente de diversos outros players, conquistando uma operação mais enxuta, rápida e lucrativa.

Veja os números:

  • 30% de aumento no ticket médio em restaurantes que adotaram o autoatendimento por tablet;
  • 67% dos consumidores preferem fazer pedidos digitalmente quando a opção está disponível;
  • Redução de 25% em erros de pedidos após a adoção de sistemas digitais de autoatendimento.

Casos Reais

Não faltam exemplos de operações que transformaram seus resultados ao integrar tecnologia ao atendimento. Conheça alguns cases:

Madero – rede de hamburguerias

A rede é um dos principais cases de digitalização em seu segmento. A empresa investiu em totens de autoatendimento e tablets nas mesas, com cardápio digital, sugestão automática de adicionais e integração direta com a cozinha.

Buffalo Wings – rede de bares temáticos

O negócio enfrentava um problema recorrente em bares com alto movimento: garçons sobrecarregados, longos tempos de espera e mesas que “esfriavam” devido à demora no atendimento.

A situação foi solucionada quando a empresa adotou tablets nas mesas com comanda digital. Os pedidos de bebidas e alimentos passaram a ser feitos de forma autônoma, no ritmo do cliente, sem a necessidade de um garçom para anotá-los.

Resultado: aumento no consumo, maior satisfação dos clientes e abastecimento mais frequente das mesas.

Restaurante japonês Kazumi

Com a adoção de tablets para pedidos enviados diretamente à cozinha, o restaurante japonês já observou resultados em pouco mais de dois meses após a implementação da tecnologia.

De acordo com o proprietário do estabelecimento, o tempo de espera dos clientes caiu pela metade. Além disso, diante da dificuldade de contratar profissionais especializados, a tecnologia ajudou a otimizar a operação: tarefas que antes exigiam sete pessoas hoje são realizadas por apenas quatro.

Segundo o próprio empresário: “No tablet, conseguimos incluir mais fotos e informações sobre os pratos.” Isso facilita a compreensão dos clientes e torna o processo de pedido mais dinâmico. Informações extraídas de matéria publicada no portal UOL.

“O tablet na mesa não é só uma conveniência para o cliente — é uma fonte de dados para o dono do restaurante. Cada pedido feito digitalmente é uma informação sobre o que as pessoas querem, quando querem e quanto estão dispostas a gastar.” — Toast Restaurant Technology Report, 2024

Os benefícios que a tecnologia traz

  • Ticket médio mais alto: Sistemas digitais sugerem adicionais, combos e complementos no momento certo, sem a timidez que um garçom às vezes tem de oferecer. A sugestão é automática e sempre presente. Aumento de 25%  35% no ticket médio.
  • Mais agilidade, mais giro: Pedido direto para a cozinha elimina o intermediário e reduz o tempo entre sentar e receber. Mesa que gira mais rápido atende mais clientes.
  • Equipe focada no que importa: Com a adoção da tecnologia, o garçom deixa de ser um anotador e passa a ser um anfitrião. A equipe foca mais em entregar uma experiência melhor ao cliente.
  • Dados que orientam decisões: Qual prato vende mais às sextas? Qual item ninguém pede depois das 21h? O sistema digital responde essas perguntas em tempo real, e o cardápio começa a se pagar melhor.
  • Menos erro, menos retrabalho: O cliente digita o que quer, sem ruído de comunicação, sem anotação ilegível, sem pedido errado que volta da cozinha. Menos desperdício, menos reclamação, menos custo de retrabalho.

Tecnologia no restaurante também precisa de quem cuide dela

Tablet na mesa, sistema de pedidos, integração com a cozinha, rede Wi-Fi estável, backup dos dados do cardápio, segurança no processamento de pagamentos: tudo isso é tecnologia.

E a tecnologia precisa de manutenção, suporte e atualização contínua. Um restaurante não tem — nem deveria ter — um time de TI interno para cuidar disso.

É aqui que o outsourcing de TI entra como o parceiro que falta na operação. Enquanto o dono cuida do cardápio e da experiência do cliente, o parceiro de TI garante que cada dispositivo esteja funcionando 100% para que os problemas não venham a surgir nos momentos de maior movimento.

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