Durante muito tempo, as empresas seguiram uma lógica: investir na compra de equipamentos tecnológicos focando na modernização do negócio. Em tese, faz total sentido; porém, com o tempo, o que era moderno se torna obsoleto, e o que funcionava com perfeição começa a prejudicar a operação.
Assim, esse investimento a médio e longo prazo acumula custos invisíveis em hardwares defasados, colocando a empresa em uma posição reativa em relação à própria tecnologia.
O Device as a Service surgiu para inverter essa lógica de mercado, causando uma revolução no B2B.
Mas, afinal, o que é Device as a Service?
Se a ideia parece familiar, é porque o conceito já existe há décadas em outros setores: você assina a Netflix em vez de comprar DVDs. Você usa um carro por aplicativo em vez de comprá-lo para usar duas horas por semana. Você paga pelo serviço, não pelo ativo.
Ou seja, o Device as a Service é, no fim das contas, um serviço de assinatura no qual, no caso do mercado tecnológico, empresas e instituições alugam hardwares em vez de de comprá-los. O fornecedor, no caso, faz a entrega dos materiais já configurados, proporciona a manutenção, suporte técnico e, ao final do ciclo, tem-se a renovação do contrato.
Um mercado que não para de crescer.
- Crescimento de 42% de Device as a Service ao ano desde 2022.
- Projeção de mercado global da DaaS para 2030 de 567 bilhões de dólares.
- Redução média de 31% no custo total de posse de dispositivos após a migração para modelo DaaS.
O que está incluso em um contrato DaaS de Qualidade
- Hardware moderno e configurado
O dispositivo chega pronto para uso imediato. Softwares e políticas de segurança já configuradas. É ligar e usar.
- Manutenção e suporte técnico
Todos os problemas que o equipamento apresentar é responsabilidade do fornecedor dentro da SLA contratada.
- Renovação Programada
No fim do ciclo contratual, a renovação é efetivada e os dispositivos são substituídos por modelos mais novos. A empresa não opera com hardwares velhos.
- Segurança e gerenciamento remoto
Mobile Device Management, criptografia, atualizações automáticas de segurança e possibilidade de bloqueio ou limpeza remota em caso de perda ou roubo.
- Descarte responsável
Quando o fornecedor recolhe os hardwares antigos, ele os descarta de forma responsável conforme com a LGRD.
- Relatórios
A empresa contratante acompanha a gestão e a integridade de cada equipamento sem precisar se deslocar. Mês a mês, o fornecedor gera relatórios atualizados sobre o parque tecnológico.
“DaaS não é sobre não querer pagar pelo equipamento. É sobre não querer gerenciar ativo tecnológico que envelhece, quebra e gera custo imprevisível. A empresa que entende isso libera energia para o que realmente importa.” — IDC, Future of Work: Device as a Service Adoption Trends (2024)
Por que o DaaS cresce todos os anos
- Razão 1 – O trabalho híbrido tornou o gerenciamento de dispositivos impossível de fazer internamente
Colaboradores espalhados em escritórios, casas e co-workings. Cada um com um dispositivo que a empresa precisa manter seguro, atualizado e funcional. O DaaS resolve isso com gerenciamento remoto centralizado, sem que a empresa precise de um time de TI para cada localidade.
- Razão 2 – O ciclo de obsolescência do hardware encurtou
Um notebook comprado em 2021 já pode não suportar os sistemas de IA embarcada de 2025. O hardware envelhece mais rápido do que o ciclo de compra corporativo tradicional consegue acompanhar. O DaaS transfere o risco de obsolescência para o fornecedor.
- Razão 3 – CFOs descobriram que CapEx em hardware é um péssimo uso de capital
Cada real imobilizado em notebook é um real que não está em estoque, em contratação ou em expansão de mercado. O DaaS converte hardware de CapEx para OpEx.
- Razão 4 – Cibersegurança virou obrigação
Ataques de ransomware cresceram 95% em 2023. A maior parte dos vetores de entrada é dispositivo com software desatualizado ou sem proteção de endpoint adequada. O DaaS inclui gerenciamento de segurança contínuo tornando o parque de dispositivos uma linha de defesa, não um ponto vulnerável.
- Razão 5 – Experiência do colaborador virou métrica de negócio
Colaborador com notebook lento perde em média 40 minutos por dia de produtividade — e tem 3 vezes mais chance de se sentir desmotivado com o emprego, segundo pesquisa da Avanade. DaaS garante que todo colaborador opere com hardware dentro do ciclo ideal de performance, eliminando uma das principais fontes invisíveis de insatisfação.
“O Device as a Service não é uma tendência — é a direção natural do mercado. Empresas que ainda compram hardware como se fossem 2010 estão gerenciando ativos que deveriam estar gerenciando resultado.” — Gartner, Top Strategic Technology Trends (2025)
O dispositivo certo. Na hora certa. Sem comprar.
A MTR2.tech oferece o modelo DaaS para empresas que querem parar de imobilizar capital em hardware que vai envelhecer e começar a acessar tecnologia moderna com custo previsível, suporte incluso e renovação programada. Nosso portfólio inclui notebooks, desktops, Chromebooks, tablets e telas interativas BenQ, tudo em um único contrato gerenciado.
